Quero vê-lo crescer como qualquer outra criança; vê-lo ter amigos, vê-lo conquistar seus sonhos, vê-lo feliz. Ver que tudo o que passamos nesta nossa vagarosa, árdua e pouco amistosa caminhada, valeu para alguma coisa, ver que tudo vai desembocar num mar de vitória afinal.
Ultimamente andei pensando MUITO em fazer alguma pós graduação, na área de ensino mesmo, voltada para estas crianças tão especiais, tão imensamente mal compreendidas, tão imensamente ignoradas pelos profissionais de ensino e pelas escolas. Pensei em transformar em ação toda minha revolta contra as instituições de ensino mal preparadas que só sabem o que é inclusão no papel, mas que na teoria maltratam, segregam e pré-julgam as diferenças.
| Óculos azul, roupa azul, unha azul e make azul! |
E assim as janelas são abertas...
ResponderExcluirQuando pensamos que tudo está desmoronando em nossas cabeças, que o mundo está contra nós, temos a chance de reagir positivamente e fazer um mousse desse limão (Limonada? Todo mundo faz, né?)!!!!
O Instituto Helena Antipoff, do Município, trabalha acompanhando os professores e os alunos com necessidades especiais. Como é do governo, talvez possa ajudá-la nessa busca.
Essa sua atitude é o primeiro tijolo de ouro da Estrada...
Pena que amadurecer provoca tanta dor, né?
Muita luz e muita força. Fé, amor e determinação? Você tem de sobra!!!!