Eu podia ter sido mais educada e menos agressiva, mas escrevi com o coração, não com a cabeça. Sempre fui muito mais emocional do que racional, sempre fui mais coração que cérebro. E saí escrevendo com uma fúria incontida, uma raiva imensa, despejando tudo no teclado.
E aquilo me acalmou muito, me ajudou a voltar a mim, a procurar o pouco de razão que eu ainda tinha. Despejando aquilo tudo, eu desintoxiquei tudo de ruim que me incomodava.
Na sexta o Carlos (sim, ele!! - adoooorei ele finalmente querer participar!) falou com a coordenadora da escola e ela garantiu que as duas notas (ótimas) que ele trouxe do primeiro e do segundo bimestres da outra escola seriam usadas como notas do primeiro e segundo trimestres da escola atual. Ou seja: não tem como ele ter notas abaixo da média se estas notas serão aproveitadas. Isso me acalmou e muito o coração.
Mas mesmo assim, ficarei com o dito cujo na mão aos pulos até a reunião de pais no dia 12/12...
Analú aqui vc pode tudoooooooo!!!Desabafe, grite... a gente tá aqui pra te apoiar, viu???
ResponderExcluirBeijocas!!!
O Pedrinho, então, mudou de escola?????????
ResponderExcluirBeijos, Fátima.